Sou expert em dormir, comer e reclamar. Sou a rainha da ironia, da frieza e da brutalidade. Domino a arte de não fazer absolutamente nada. Sou tão desastrada que caio até em superfícies planas. Choro por besteira e ainda assisto desenhos infantis. Mas quer saber? É meu jeito de ser, e não mudo por ninguém. Prefiro ser taxada de “estranha” do que de “normal”.
“- Toc toc.
- Quem é?
- É a tristeza querendo entrar.
- Ah, entre eu e a saudade já estávamos mesmo a sua espera, estranhamos sua demora, és sempre tão pontual.”
Todos homens são idiotas, mas tem uma diferença entre o idiota que faria tudo por você, e o idiota que só fode a sua vida.
Não é questão de ser anti-social, é que tem dias em que eu não estou a fim de contato humano.
Quando eu compro um livro:
maravilhanaervilha:
5 minutos depois:

10 minutos depois:
- Terminei, o que que eu faço da minha vida agora?

“Eu quero que você sinta uma baita saudade de mim. Mas daquelas lá, bem filha-da-puta que tira o sono e tudo mais.”
—
I don’t care… Not more. (via
autoria)
“Deveria existir um oitavo pecado mortal: Não abandonais aqueles que vos ama.”
“Eu nunca ouvi dizer que saudade faz bem, muito pelo contrário, ela consome”
“Percebi que não conheço mais você, primeiro chorei e depois, fiz como sempre, sorri.”
“Eu precisei de você e você nunca esteve aqui. Eu senti sua falta, todos os dias, e não significou nada. Eu chorei, por muito tempo, e você não se importou.”